COVID-19 Crédito Preferencial para Grandes Empresas

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A crise sanitária a que o mundo e o nosso país têm estado expostos não só afectou a nossa saúde, mas também tudo o que tem a ver com a vida social, a economia e o desenvolvimento.

No Chile, há 7.525 infectados com VIDOC-19 e 82 mortos até agora. A situação continuará a piorar, segundo o governo, uma vez que o número de pessoas infectadas e mortas continua a aumentar a cada dia. 

Por esta razão, foram criadas diferentes medidas para evitar a propagação massiva do Coronavírus e para mitigar os vários efeitos negativos que ele tem causado na economia chilena.

Uma das principais medidas é a Plano Económico apresentado pelo Governo, que procura proporcionar segurança às PME, aos trabalhadores independentes e informais e suas famílias. 

Com o economia mundial flácida que afeta empresas nacionais e multinacionais, especialmente as grandes empresas com vendas superiores a 1 milhão de UF, o presidente Sebastián Piñera implementou uma série de medidas que buscam levantar essas empresas que estão em dificuldades.

Novas medidas para grandes empresas, nas palavras do Presidente

O representante no ponto de imprensa disse que anda à procura de "criar os mecanismos para que o próprio sector privado possa proporcionar a liquidez que estas empresas necessitam, através de algo que deve ser estabelecido por lei, que é a figura de um crédito com preferência superior".

Basicamente, será criado um sistema de créditos preferenciais, que é gerado entre as empresas e seus credores, mas o Estado fornece as ferramentas e a disposição legal, para viabilizar esta situação através de créditos com preferência superior.

O que é que isto significa?

"Quem empresta recursos a estas grandes empresas nestes tempos difíceis tem preferência sobre os antigos credores." explicou Piñera.

Quero dizer...

"Que o credor que empresta dinheiro nessas circunstâncias seja pago primeiro. Com isso, os novos credores que vão colocar novo capital de giro, necessário para enfrentar uma crise que há muitos meses as empresas não conseguem vender praticamente nada, vão ter preferência e, portanto, serão pagos antecipadamente. disse o presidente.

Esta linha de crédito COVID-19 terá as seguintes condições:

  • 6 meses de graça

  • Pagamento de taxas de até 24 a 48 meses.

  • Taxa de juros 0%

    Taxa máxima de política monetária do banco central de 3,5% nominal

  • Crédito de Capital de Giro

    Será de um máximo de 3 meses de venda em período regular.

Confira aqui a declaração completa e o plano econômico: